quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

CONTOS, POEMAS ou CRÔNICAS !!!!

UM PAÍS DE GORDOS, CORADOS E SEM SAÚDE

Morava num país onde sua comida tradicional era arroz, feijão e bife.
Comia também uma salada de alface e tomate tirada diretamente do horta.
Vivíamos todos bem e com saúde.
Mas nosso vizinho aqui do lado nos fez acreditar que nossa comida nos engordava,
nos convencendo que a comida "do momento" era o fast food, ou seja, aquela
comida rápida, sem nutrientes, feita com bastante agrotóxico para durar mais.
Realmente era mais vistosa e gostosa, rápida, ficamos com mais tempo,
E nosso tempo livre gastamos em "fazer nada". Só ficar atrás da TV, assistindo
aqueles programas repitidos que encalharam no nosso vizinho e mandaram
pra cá como novidades.
Depois de um tempo sentindo saudades do arroz, feijão, bife e salada, resolvemos
experimentar de novo. Mas estávamos com pressa e queríamos aquela comida
mais bonita e vistosa.
Com isso a industria criou meios através dos agrotóxicos e transgênicos de trazer
alimentos para gente de forma mais rápida e mais bonita, mais com qualidade zero.
Assim, somos hoje um país de gordos, todos corados e principalmente sem saúde.

OPINIÃO !!!!

BRASIL UM DOS MAIORES CONSUMIDORES DE AGROTÓXICOS DO MUNDO

Conforme reportagem que veremos abaixo, o Brasil consome 14 agrotóxicos proibidos no mundo, isto com a APROVAÇÃO DO NOSSO GOVERNO, pois a bancada ruralista é muito forte e nossa presidenta, como governa só para seus interesses apóia este tipo de prática.
São produtos que podem e VÃO nos PREJUDICAR EM UM FUTURO PRÓXIMO, seja por doenças associadas ao CÂNCER ou neurológicas, respiratórias, etc.
Veja reportagem abaixo e assine a petição!!!!!
ASSINE A PETIÇÃO
A Excelentíssima Senhora Dilma Roussef, Presidenta do Brasil;
Desde 2008 o Brasil assumiu o posto de maior mercado de agrotóxicos do mundo. Em 2009, nada menos do que 1 milhão de toneladas de veneno foram jogados no campo brasileiro, o que representa cerca de 5,2 quilos de agrotóxicos por pessoa no país.
O Brasil permite a utilização de uma série de substâncias e agrotóxicos que foram banidos de diversos países, justamente porque inúmeros estudos lá realizados já demonstraram, comprovadamente, que o seu uso causa terríveis danos ao ser humano e ao meio ambiente. Entre os problemas que afetam a saúde
estão má formação de fetos, problemas de reprodução, fertilidade, neurológicos e de fígado, desregulação hormonal, cegueira, paralisia, depressão, contribuição para a formação de cânceres e pode, é claro, levar à morte. Vamos deixar que nos tornemos a “maior lixeira tóxica do mundo”?
As mesmas empresas que aceitam, em seus países de origem, a proibição do veneno que produzem, “empurram” para o Brasil o que não podem vender lá, e aqui ainda lutam para que o produto não seja proibido. Estamos falando, por exemplo, de agrotóxicos que têm na sua formulação princípios ativos como Endosulfan (banido em 45 países!), Cihexatina (proibida na União Européia e em países como a Austrália, Canadá, Estados Unidos, China, Japão, Líbia, Paquistão e Tailândia), e Metamidofós (proibido, por exemplo, na União Européia, China, Índia, e Indonésia), todos altamente tóxicos.
É diante desta triste realidade, que nós, abaixo-assinados, solicitamos da Presidenta Dilma Roussef as providências para o banimento imediato no país de toda importação, produção e comercialização de agrotóxicos e substancias já proibidas no exterior. Afinal, o povo brasileiro está sujeito a sofrer as mesmas consequências da contaminação por estes agrotóxicos que os seres humanos de qualquer lugar do mundo.
PELO BANIMENTO DOS BANIDOS!

Mais informações em: http://www.contraosagrotoxicos.org

INFORMAÇÕES ATUALIZADAS !!!!

Brasil consome 14 agrotóxicos proibidos no mundo

Especialista indica que pelo menos 30% de 20 alimentos analisados não poderiam estar na mesa do brasileiro
Os indicadores que apontam o pujante agronegócio como a galinha dos ovos de ouro da economia não incluem um dado relevante para a saúde: o Brasil é maior importador de agrotóxicos do planeta. Consome pelo menos 14 tipos de venenos proibidos no mundo, dos quais quatro, pelos riscos à saúde humana, foram banidos no ano passado, embora pesquisadores suspeitem que ainda estejam em uso na agricultura.
Em 2013 foram consumidos um bilhão de litros de agrotóxicos no País – uma cota per capita de 5 litros por habitante e movimento de cerca de R$ 8 bilhões no ascendente mercado dos venenos.
Dos agrotóxicos banidos, pelo menos um, o Endosulfan, prejudicial aos sistemas reprodutivo e endócrino, aparece em 44% das 62 amostras de leite materno analisadas por um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) no município de Lucas do Rio Verde, cidade que vive o paradoxo de ícone do agronegócio e campeã nacional das contaminações por agrotóxicos. Lá se despeja anualmente, em média, 136 litros de venenos por habitante.
Na pesquisa coordenada pelo médico professor da UFMT Wanderlei Pignati, os agrotóxicos aparecem em todas as 62 amostras do leite materno de mães que pariram entre 2007 e 2010, onde se destacam, além do Endosulfan, outros dois venenos ainda não banidos, o Deltametrina, com 37%, e o DDE, versão modificada do potente DDT, com 100% dos casos. Em Lucas do Rio Verde, aparecem ainda pelo menos outros três produtos banidos, o Paraquat, que provocou um surto de intoxicação aguda em crianças e idosos na cidade, em 2007, o Metamidofóis, e o Glifosato, este, presente em 70 das 79 amostras de sangue e urina de professores da área rural junto com outro veneno ainda não proibido, o Piretroides.
Na lista dos proibidos em outros países estão ainda em uso no Brasil estão o Tricolfon, Cihexatina, Abamectina, Acefato, Carbofuran, Forato, Fosmete, Lactofen, Parationa Metílica e Thiram.
Chuva de lixo tóxico
“São lixos tóxicos na União Europeia e nos Estados Unidos. O Brasil lamentavelmente os aceita”, diz a toxicologista Márcia Sarpa de Campos Mello, da Unidade Técnica de Exposição Ocupacional e Ambiental do Instituto Nacional do Câncer (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde. Conforme aponta a pesquisa feita em Lucas do Rio Verde, os agrotóxicos cancerígenos aparecem no corpo humano pela ingestão de água, pelo ar, pelo manuseio dos produtos e até pelos alimentos contaminados.
Venenos como o Glifosato são despejados por pulverização aérea ou com o uso de trator, contaminam solo, lençóis freáticos, hortas, áreas urbanas e depois sobem para atmosfera. Com as precipitações pluviométricas, retornam em forma de “chuva de agrotóxico”, fenômeno que ocorre em todas as regiões agrícolas mato-grossenses estudadas. Os efeitos no organismo humano são confirmados por pesquisas também em outros municípios e regiões do país.
O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), segundo a pesquisadora do Inca, mostrou níveis fortes de contaminação em produtos como o arroz, alface, mamão, pepino, uva e pimentão, este, o vilão, em 90% das amostras coletadas. Mas estão também em praticamente toda a cadeia alimentar, como soja, leite e carne, que ainda não foram incluídas nas análises.
O professor Pignati diz que os resultados preliminares apontam que pelo menos 30% dos 20 alimentos até agora analisados não poderiam sequer estar na mesa do brasileiro. Experiências de laboratórios feitas em animais demonstram que os agrotóxicos proibidos na União Europeia e Estados Unidos são associados ao câncer e a outras doenças de fundo neurológico, hepático, respiratórios, renais e má formação genética.
Câncer em alta
A pesquisadora do Inca lembra que os agrotóxicos podem não ser o vilão, mas fazem parte do conjunto de fatores que implicam no aumento de câncer no Brasil cuja estimativa, que era de 518 mil novos casos no período 2012/2013, foi elevada para 576 mil casos em 2014 e 2015. Entre os tipos de câncer, os mais suscetíveis aos efeitos de agrotóxicos no sistema hormonal são os de mama e de próstata. No mesmo período, segundo Márcia, o Inca avaliou que o câncer de mama aumentou de 52.680 casos para 57.129.
Na mesma pesquisa sobre o leite materno, a equipe de Pignati chegou a um dado alarmante, discrepante de qualquer padrão: num espaço de dez anos, os casos de câncer por 10 mil habitantes, em Lucas do Rio Verde, saltaram de três para 40. Os problemas de malformação por mil nascidos saltaram de cinco para 20. Os dados, naturalmente, reforçam as suspeitas sobre o papel dos agrotóxicos.
Pingati afirma que os grandes produtores desdenham da proibição dos venenos aqui usados largamente, com uma irresponsável ironia: “Eles dizem que não exportam seus produtos para a União Europeia ou Estados Unidos, e sim para mercados africanos e asiáticos.”
Apesar dos resultados alarmantes das pesquisas em Lucas do Rio Verde, o governo mato-grossense deu um passo atrás na prevenção, flexibilizando por decreto, no ano passado, a legislação que limitava a pulverização por trator a 300 metros de rios, nascentes, córregos e residências. “O novo decreto é um retrocesso. O limite agora é de 90 metros”, lamenta o professor.
“Não há um único brasileiro que não esteja consumindo agrotóxico. Viramos mercado de escoamento do veneno recusado pelo resto do mundo”, diz o médico Guilherme Franco Netto, assessor de saúde ambiental da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz). Na sexta-feira, diante da probabilidade de agravamento do cenário com o afrouxamento legal, a Fiocruz emitiu um documento chamado de “carta aberta”, em que convoca outras instituições de pesquisa e os movimentos sociais do campo ligados à agricultura familiar para uma ofensiva contra o poder (econômico e político) do agronegócio e seu forte lobby em toda a estrutura do governo federal.
Reação da Ciência
A primeira trincheira dessa batalha mira justamente o Palácio do Planalto e um decreto assinado, no final do ano passado, pela presidente Dilma Rousseff. Regulamentado por portaria, a medida é inspirada numa lei específica e dá exclusividade ao Ministério da Agricultura _ histórico reduto da influente bancada ruralista no Congresso _ para declarar estado de emergência fitossanitária ou zoossanitária diante do surgimento de doenças ou pragas que possam afetar a agropecuária e sua economia.
Essa decisão, até então era tripartite, com a participação do Ministério da Saúde, através da Anvisa, e do Ministério do Meio Ambiente, pelo Ibama. O decreto foi publicado em 28 de outubro. Três dias depois, o Ministério da Agricultura editou portaria declarando estado de emergência diante do surgimento de uma lagarta nas plantações, a Helicoverpa armigera, permitindo, então, para o combate, a importação de Benzoato de Emamectina, agrotóxico que a multinacional Syngenta havia tentado, sem sucesso, registrar em 2007, mas que foi proibido pela Anvisa por conter substâncias tóxicas ao sistema neurológico.
Na carta, assinada por todo o conselho deliberativo, a Fiocruz denuncia “a tendência de supressão da função reguladora do Estado”, a pressão dos conglomerados que produzem os agroquímicos, alerta para os inequívocos “riscos, perigos e danos provocados à saúde pelas exposições agudas e crônicas aos agrotóxicos” e diz que com prerrogativa exclusiva à Agricultura, a população está desprotegida.
A entidade denunciou também os constantes ataques diretos dos representantes do agronegócio às instituições e seus pesquisadores, mas afirma que com continuará zelando pela prevenção e proteção da saúde da população. A entidade pede a “revogação imediata” da lei e do decreto presidencial e, depois de colocar-se à disposição do governo para discutir um marco regulatório para os agrotóxicos, fez um alerta dramático:
“A Fiocruz convoca a sociedade brasileira a tomar conhecimento sobre essas inaceitáveis mudanças na lei dos agrotóxicos e suas repercussões para a saúde e a vida.”
Para colocar um contraponto às alegações da bancada ruralista no Congresso, que foca seu lobby sob o argumento de que não há nexo comprovado de contaminação humana pelo uso de veneno nos alimentos e no ambiente, a Fiocruz anunciou, em entrevista ao iG, a criação de um grupo de trabalho que, ao longo dos próximos dois anos e meio, deverá desenvolver a mais profunda pesquisa já realizada no país sobre os efeitos dos agrotóxicos – e de suas inseparáveis parceiras, as sementes transgênicas – na saúde pública.
O cenário que se desenha no coração do poder, em Brasília, deve ampliar o abismo entre os ministérios da Agricultura, da Fazenda e do Planejamento, de um lado, e da Saúde, do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Agrário, de outro. Reflexo da heterogênea coalizão de governo, esta será também uma guerra ideológica em torno do modelo agropecuário. “Não se trata de esquerdismo desvairado e nem de implicância com o agronegócio. Defendemos sua importância para o país, mas não podemos apenas assistir à expansão aguda do consumo de agrotóxicos e seus riscos com a exponencial curva ascendente nos últimos seis anos”, diz Guilherme Franco Netto. A queda de braços é, na verdade, para reduzir danos do modelo agrícola de exportação e aumentar o plantio sem agrotóxicos.
Caso de Polícia
“A ciência coloca os parâmetros que já foram seguidos em outros países. O problema é que a regulação dos agrotóxicos está subordinada a um conjunto de interesses políticos e econômicos. A saúde e o ambiente perderam suas prerrogativas”, afirma o pesquisador Luiz Cláudio Meirelles, da Fiocruz. Até novembro de 2012, durante 11 anos, ele foi o organizador gerente de toxicologia da Anvisa, setor responsável por analisar e validar os agrotóxicos que podem ser usados no mercado.
Meirelles foi exonerado uma semana depois de denunciar complexas falcatruas, com fraude, falsificação e suspeitas de corrupção em processos para liberação de seis agrotóxicos. Num deles, um funcionário do mesmo setor, afastado por ele no mesmo instante em que o caso foi comunicado ao Ministério Público Federal, chegou a falsificar sua assinatura.
“Meirelles tinha a função de banir os agrotóxicos nocivos à saúde e acabou sendo banido do setor de toxicologia”, diz sua colega do Inca, Márcia Sarpa de Campos Mello. A denúncia resultou em dois inquéritos, um na Polícia Federal, que apura suposto favorecimento a empresas e suspeitas de corrupção, e outro cível, no MPF. Nesse, uma das linhas a serem esclarecidas são as razões que levaram o órgão a afastar Meirelles.
As investigações estão longe de terminar, mas forçaram já a Anvisa – pressionada pelas suspeitas –, a executar a maior devassa já feita em seu setor de toxicologia, passando um pente fino em 796 processos de liberação avaliados desde 2008. A PF e o MPF, por sua vez, estão debruçados no órgão regulador que funciona como o coração do agronegócio e do mercado de venenos.
fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

BOM APETITE !!!!



PRATOS TÍPICOS DO ESTADO DE SÃO PAULO.


Receita de Virado a paulista 

Virado a paulista
Ingredientes 
500 g bisteca (100g cada)
sal a gosto
100 ml de óleo
1 kg toucinho fresco
200g linguiça toscana fresca
5 bananas
8 ovos
200g farinha de rosca
5 dentes de alho
1 maço de couve (300g)
100g farinha de trigo
200g farinha de mandioca
300g feijão
100g toucinho defumado
300g arroz
3 limões
10 g pimenta-do-reino
1maço pequeno de salsa
50 ml leite
Modo de Preparo:
Escolher o feijão e levar para cozinhar.
Temperar a bisteca com sal, 1 limão, pimenta do reino e um pouco de salsa.
Deixar neste marinado por no mínimo 2 horas.
Descascar e empanar a banana, passando-a na farinha de trigo, em seguida em 2 ovos acrescido de leite e sal. Por último na farinha de rosca.
Cortar o toucinho defumado em cubos de aproximadamente 4 cm. Colocar 50ml de óleo em uma caçarola, colocar o toucinho picado e deixar fritar até ficar bem sequinho em ponto de torresmo. Quando estiver quase seco, salpicar um pouco de sal. Obs. Nunca colocar sal antes no toucinho, pois ele não se transformar em torresmo, fica mole e gruda na panela.
Cortar a couve em tiras finas, refogar com um pouco de alho, toucinho defumado e óleo.
Retirar o feijão do fogo, temperar somente os grãos em óleo que sobrou do torresmo, acrescentar alho e cebola. Misturando com colher de pau, por último acrescentar o caldo, cozinhar por 10 minutos, acrescentar a farinha de mandioca aos poucos, mexendo ligeiramente.
Fritar a linguiça. Fritar os ovos estalados. Fazer o arroz pelo processo normal. Fritar ou grelhar a bisteca.
Montar o prato com o virado do feijão no centro da travessa e o restante dos ingredientes ao lado de forma que se perceba todos eles, sem deixar muito amontoados.
OBS: O virado a paulista sempre é feito com farinha de mandioca. A couve não precisa ser cortada muito fina.
O ovo deve ser colocado por cima dos ingredientes e a sua gema não poderá ser quebrada.


Receita de Farofa D'Água

INGREDIENTES
1/4 de xícara de azeite
1 cebola grande, picada
4 tomates sem sementes picados
1/4 de xícara de salsinha picada
1/4 de xícara de cebolinha verde picada
2 xícaras de farinha de mandioca
Sal a gosto
1 xícara de água fervente
Modo de Preparo:
Numa frigideira coloque o azeite e frite a cebola.
Adicione os ingredientes restantes e, por último a farinha, de uma só vez.
Misture de baixo para cima e sirva com bisteca de porco.

FAÇA DIFERENÇA !!!!

Unicef lança campanha: 10 minutos sem celular = 1 dia de água a uma criança necessitada




Os smartphones se tornaram verdadeiros vícios e há quem não consiga desgrudar os olhos da pequena tela por um minuto sequer. Uma campanha da Unicef pretende ajudar a curar esse hábito, ao mesmo tempo em que ajuda crianças que não têm acesso à água potável.
O Tap Project tem auxiliado 768 milhões de pessoas vulneráveis em todo o mundo, levando água para os locais mais remotos e necessitados da Terra. Neste ano, os voluntários podem participar de uma maneira muito prática e fácil. A cada dez minutos que os voluntários não utilizarem seus celulares, nem mesmo tocarem a tela dos aparelhos, uma das empresas apoiadoras doará o equivalente a um dia de água para uma criança necessitada.
Pessoas em qualquer lugar do mundo podem participar, no entanto, a campanha para o celular está disponível apenas para iPhones, já que o sistema utiliza sensores que garantem que o usuário não tocou o seu aparelho durante os dez minutos. O celular ainda precisa permanecer em uma posição pré-determinada e sobre a mesa.
Enquanto você aguarda ansiosamente para doar, a Unicef lhe envia informações sobre o que aconteceu no mundo da internet enquanto você estava “off-line”. Além das curiosidades, o programa também oferece palavras de incentivo.
É muito fácil ajudar, basta acessar, através de seu iPhone, o site: uniceftapproject.org, seguir as instruções e reduzir o vício. O recorde atual é de 189 horas. Será que você consegue fazer melhor? 
A principal empresa parceira é a Giorgio Armani, que participa do projeto pelo quinto ano e é a responsável pelas doações nos EUA. Além do dinheiro oferecido como recompensa pelos voluntários que não utilizarem seus smartphones, a empresa se compromete a doar cinco dólares a cada perfume Acqua di Giò e Acqua di Goia compercializados em território norte-americano no mês de março.
Independente de quanto for arrecadado com as duas campanhas, a marca se compromete a doar no mínimo 500 mil dólares para que a Unicef prossiga levando água potável a quem precisa.
fonte: ciclovivo
Biblioteca ambulante leva educação para além das escolas na Itália

La Cava era apenas um professor italiano já aposentado até que um dia resolveu compartilhar o seu amor pela leitura com outras pessoas. Foi assim que surgiu o Bibliomotocarro, uma biblioteca ambulante que leva, gratuitamente, livros às comunidades de pequenas cidades italianas.
A ideia começou a tomar forma entre 1999 e 2000. Conforme explicado no site do projeto, o intuito era chamar a atenção dos jovens à importância dos livros, que já estavam sendo trocados por novos meios de comunicação. Para colocar em prática, La Cava precisou de livros, um triciclo (que mais parece um mini caminhão) e da ambição de levar a leitura e a educação além das paredes das escolas.
Em um primeiro momento, a vontade de satisfazer exatamente o desejo dos leitores levou o professor a instalar pequenas caixas de correspondência nas escolas, para que as pessoas pudessem fazer seus pedidos e ter os livros entregues em suas residências. O formato era excelente para incentivar a leitura, mas acabou se tornando muito caro para ser bancado por um simples professor aposentado. Os compromissos foram honrados, mas a biblioteca ambulante precisou fechar por um tempo.
A volta por cima aconteceu em 2003, quando La Cava levou o Bibliomotocarro à Feira Internacional do Livro de Turim. O projeto fez tanto sucesso que ganhou espaço nos noticiários italianos e abriu as portas para que a iniciativa fosse mais divulgada na mídia. Assim sendo, dois anos depois, o professor ganhou o 1º Prêmio Nacional de Melhor Projeto de Promoção do Livro e da Leitura, oferecido pelo Ministério da Cultura na Itália. A recompensa foi o apoio financeiro de 5.700 euros, que ajudaram a reconstruir o Bibliomotocarro no formato que ele possui hoje.
O “caminhãozinho” possui o formato de uma casa de campo, com chaminé, telhas e grandes janelas. Segundo o criador, seria possível usar um grande caminhão no projeto, mas isso colocaria as pessoas, principalmente crianças, distantes dos livros. No modelo atual, as prateleiras ficam praticamente ao alcance de todos, pelas 49 escolas que são atualmente abrangidas pelo projeto.
Para deixar tudo ainda mais legal, o mestre La Cava achou que levar histórias não seria o bastante. Era preciso permitir que as pessoas também contassem suas histórias. “Comprei, então, 200 livros em branco e os coloquei à disposição”, explica o professor na página do projeto. Segundo ele, esses livros estão em alta demanda e já foram escritos até mesmo por crianças de outros países. Essa história de amor à leitura foi transformada em documentário e ganhou as telas de um dos principais canais de televisão da Itália.
fonte: ciclovivo

CURIOSIDADES !!!!

Mulher fala demais!

mulheres
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos mostrou que os homens usam em média 
1.500 palavras por dia, enquanto as mulheres usam, no mínimo, 3.000 (O DOBRO)
 [que conclusão inteligente a do narrador hein: 3000 é o dobro de 1500]
Num congresso, quando o estudo foi apresentado, uma mulher se levantou e disse:
- É lógico que as mulheres falam o dobro que os homens: nós temos que repetir tudo
o que dizemos para que os homens entendam!
E o orador perguntou:
- Como assim?

Como surgiram as marcas de sucesso?

capa_marcas
Quase todo mundo já se perguntou um dia: ‘Quem inventou o nome da Coca Cola’? E claro, porque (e como) a marca conseguiu tanto sucesso.
Na maior parte dos casos, a escolha das grandes marcas se deu quase que por acidente.
Foi assim com o twitter que surgiu inicialmente com o nome “Status”. O nome porém, não agradava nem a seus fundadores, que resolveram ir em busca de algo melhor. Surgiram ainda os nomes: “twitch” que, em inglês, significa algo como “estremeção” – o que lembraria a vibração do celular no seu bolso quando você recebe alguma SMS. Então, vagando pelo dicionário em busca de alternativas, surgiu a ideia que permanece até hoje: Twitter, para pequenas quantidades de informação.
Esfirra famosa: Nada mais próximo do que um amigo não é mesmo? E foi a afetividade que motivou a criação da marca da esfirra mais famosa do Brasil. Habib significa ‘amado’ ou ‘querido’, em árabe. Habib também é utilizado por casais, para chamar o companheiro ou companheira de ‘amor’, ‘meu amor’, e outros apelidos carinhosos.
Email: O nome Hotmail surgiu de brincadeiras com as palavras “hot” (quente) e “mail” (correio). Mas isso não é tão óbvio quanto parece. A inserção das letras “HTML” também ficavam em evidência na marca. Quando o usuário acessava o seu email, visualizava o site como “HoTMaiL” – uma forma de destacar o código de programação utilizado para se desenvolver páginas na internet.
Google/ A palavra veio de um termo matemático utilizado para expressar o número 1  seguido de 100 zeros: “Googol”. Se a ideia era buscar algo que representasse “toneladas” de informação, o primeiro passo já tinha sido dado. Todavia, a variação dessa palavra (a marca conhecida como Google) surgiu, segundo boatos, de um simples erro de digitação na hora em que foram buscar pelo domínio desejado.  Já outras pessoas afirmam que os fundadores da empresa não contaram com o “acaso” e simplesmente quiseram brincar com a palavra “Googol”, encontrando assim, a alternativa: Google.
Tokyo Denki e Shibaura Seisakusho, até então dois comuns cidadãos japoneses, fundaram uma empresa que hoje leva os seus respectivos nomes para todos os cantos do planeta. Com certo “bloqueio criativo” para batizar a empresa, os dois sócios decidiram unir seus nomes e formar o nome da empresa: Toshiba.
  • Confira como surgiram outras marcas de sucesso:
Skype: O nome original era “Sky-Peer-to-Peer”, que mais tarde derivou para “Skyper” e finalmente para a sua forma actual “Skype”
Adidas: Abreviatura do nome do fundador Adolf (conhecido pelo diminutivo ‘Adi’) Dassler
IBM: Iniciais de “International Business Machines”
Coca-Cola:O nome deriva de dois dos ingredientes da receita original: a folha de Coca e a noz de Cola (“Kola” em inglês). O fundador John S. Pemberton decidiu substituir o ‘K’ de ‘kola’ por um ‘C’ porque resultava melhor graficamente.
Pepsi: Derivado do nome da enzima digestiva “pepsina”
Volkswagen: significa ”carro do povo” em alemão
FONTE: www.vocesabia.net/

DESCONTRAIR !!!!

      

Depois dos 40 anos, a única coisa que o médico deixa um homem comer com gordura, é sua própria mulher!

Um dia a tia pergunta para a sua sobrinha:
-Quando voce crescer e for bem grande igual a titia o que voce vai fazer?
-Um regime.


O garoto chega no seu pai e fala:
- Papai, eu tive a minha primeira relação sexual
Aí, o pai dele fala:
- Que bom, meu filho, quando será a próxima?
Aí o menino diz:
- Quando a minha bunda parar de doer!!!