domingo, 4 de agosto de 2013

FAÇA DIFERENÇA

Projeto mostra o que desejam as pessoas antes de morrer

As americanas Nicole Kenney e KS Rives perguntaram a centenas de pessoas o que cada uma delas gostaria de realizar até o fim da vida. As respostas são as mais variadas, desde “encontrar Deus” até “ser milionário”.
"Queria fazer as pessoas pensarem sobre o que é realmente importante em suas vidas com a indagação", diz KS Rives. Ela tirou fotos de cada um com máquinas fotográficas Polaroid. Após o clique, cada entrevistado anotou a resposta em sua imagem.
A dupla registrou todos os tipos de desejo: há os que pensam em coisas boas em prol da humanidade, os que esperam melhorias para a própria vida em relação a dinheiro, poder, sucesso, e também os que buscam a espiritualidade como "ficar em paz". Uma das entrevistadas deu uma resposta muito forte: antes de morrer eu quero viver.
As respostas mostram um pouco dos valores de certos grupos e sociedades e a relação de cada um com essa realidade. Foram entrevistados norte-americanos, indianos, pacientes e funcionários de hospitais psiquiátricos.
Todo o conteúdo coletado foi colocado no site “What do you want to do before you die?”. A intenção é que a dupla entre em contato com participantes daqui a alguns anos para verificar se eles alcançaram seus objetivos, caso a resposta seja negativa vão questionar o motivo. Elas acreditam que essa seja uma maneira de motivar e lembrar as pessoas a buscarem maneiras de realizar seus sonhos.  

Campanha incentiva doação de mensagens positivas a pacientes com leucemia
Doar nunca é demais. Seja para ajudar alguém, seja como exercício de desapego, a prática da doação é um ato que faz bem a todos os seres humanos. Para reforçar esse sentimento de união e compartilhamento, a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) lançou uma campanha.
Inicialmente, a ação consistiu em entregar balões para pessoas que transitavam nas ruas. Em cada um deles, havia uma “mensagem especial”, e elas eram convidadas a assistirem um vídeo.
A gravação mostrou o depoimento de pessoas de diversas idades, algumas em tratamento e outras já curadas da leucemia. “As pessoas podem ajudar as outras com palavras, não precisa ser dinheiro. Eu doo atenção e isso faz diferença. Eu doo sorriso e isso faz diferença”, afirma Chirles, uma das entrevistadas do vídeo, que tratou de um linfoma com 39 anos.
O vídeo também mostrou os entrevistados enchendo as bexigas. Só nessa hora, as pessoas que assistiam a gravação na rua percebiam quem havia escrito o bilhete. Em retribuição ao gesto, elas também encherem bexigas e mandaram uma mensagem de volta.
“Acreditamos que, assim como o balão, a doação também é algo simples. Ela pode ser financeira, pode ser de sangue. Mas mais do que isso, ela pode ser de gestos. Uma visita no hospital, alguns minutos de conversa, uma palavra de apoio ou mesmo um sorriso. Tão simples quanto encher um balão”, afirma a Abrale.
WWW.DOEBALOES.COM.BR
fonte:redaçãociclovivo

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