sábado, 29 de junho de 2013

INFORMAÇÕES ATUALIZADAS!!!

DILMA NÃO APRENDEU AINDA À LIDAR COM NOSSO DINHEIRO!!

ALCKMIN COMEÇOU "A SE MEXER"!!! - provando que todo governo tem MUITA GORDURA PRA QUEIMAR.

Gastos com plebiscito podem chegar a R$ 500 milhões
 
O plebiscito sobre a reforma política poderá ser realizado em setembro a um custo de R$ 500 milhões.
A estimativa é feita por técnicos da Justiça Eleitoral que, na corrida contra o relógio, tentam calcular os gastos e o tempo necessário para preparar a consulta popular.
Desde quarta-feira, 26, quando a presidente Dilma Rousseff telefonou à presidente do TSE, Cármen Lúcia Antunes Rocha, para discutir questões práticas e logísticas do plebiscito, integrantes de várias áreas do TSE estão mobilizados para avaliar as providências e os gastos.
Normalmente uma consulta popular consome orçamento semelhante ao de uma eleição. Mas as estimativas atuais são de que o plebiscito sobre a reforma política custará mais do que a eleição municipal de 2012, quando foram gastos R$ 395 milhões.
Além da inflação, dois fatores contribuirão para o aumento da conta.
Por causa das mobilizações dos últimos dias e os episódios de confronto, a segurança durante o período do plebiscito deverá ter de ser reforçada com o apoio de homens das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica).
Em 2012, só para esse apoio foram destinados R$ 24 milhões. Diante das manifestações generalizadas no País, a expectativa é de que os pedidos de força federal sejam multiplicados.
Além disso, o caráter de urgência deve tornar o plebiscito mais caro. No ano passado, por exemplo, a presidente do TSE anunciou que o custo do voto, de R$ 2,81 por eleitor, foi o menor desde a implantação do sistema eletrônico, em 1996.
Segundo ela, um dos fatores foi o planejamento. "Quanto maior o planejamento, menor é o custo", disse na ocasião.
Se confirmado o valor final de meio bilhão de reais, o valor será o dobro do que foi gasto em 2005 com o referendo do desarmamento. Na ocasião, foram consumidos R$ 252 milhões.
Já o plebiscito sobre a divisão ou não do Pará, em 2011, não custou mais que R$ 19 milhões.
Daquela consulta só participaram, porém, os eleitores paraenses.
De acordo com técnicos do TSE, apesar do tempo escasso é possível fazer o plebiscito no início de setembro, dando tempo para que o Congresso aprove até 3 de outubro as leis necessárias para vigorarem na eleição presidencial de 2014.
Pelas regras atualmente em vigor, as alterações no processo eleitoral têm de ser aprovadas até um ano antes do pleito.

Alckmin extingue pasta e corta gastos de R$ 350 milhões
 
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anuncia hoje um cronograma de corte de gastos da ordem de R$ 350 milhões até o final de 2014. A medida visa a compensar a revogação do aumento da tarifa do metrô e da CPTM. Para não afetar investimentos, o governador cortará gastos com custeio. Além de extinguir a Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano, o tucano venderá quatro mil carros e até o helicóptero que tem à disposição para deslocamentos aéreos.
O governador pretende ainda fundir três autarquias. As medidas se alinham ao discurso nacional do PSDB, que na onda das manifestações nas ruas cobrou da presidente Dilma Rousseff uma espécie de "reforma administrativa", com medidas moralizadoras e redução de ministérios pela metade e de cargos.
O custo anual da redução das tarifas é estimado pelo governo estadual em algo em torno de R$ 220 milhões. O valor do corte, portanto, pagaria a redução da tarifa até o final do mandato do governador.
Algumas medidas de austeridade vinham sendo estudadas pelo governo, mas o pacote que será anunciado hoje foi gestado depois que o tucano revogou o aumento das passagens, na quarta-feira da semana passada. Na ocasião, ele disse que seria necessário "apertar os cintos" e sustentou que seria preciso cortar investimentos porque as empresas não teriam como arcar com custos da revogação.
Pastas. Alckmin vai anunciar hoje a incorporação da Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano à da Casa Civil, passando de 26 para 25 o número de pastas do governo estadual.
A secretaria foi uma promessa de campanha. Nos dois anos e meio de existência, ela foi chefiada na maior parte do tempo pelo atual secretário da Casa Civil, Edson Aparecido. Atualmente, a cadeira é ocupada pelo interino Edmur Mesquita. Com orçamento de R$ 144 milhões previsto para 2013, ela é uma chamada secretaria-meio, pois não executa ações de governo, mas apenas planeja e elabora as políticas públicas para o desenvolvimento de regiões metropolitanas do Estado.
O governo também deve anunciar a fusão de três autarquias: a Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap), a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e o Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal (Cepam). Em um primeiro momento, não haverá demissões, mas integrantes do governo admitem que isso deve ocorrer com as fusões.
Além disso, a minirreforma administrativa promovida por Alckmin permitirá que o governo deixe de gastar com alugueis de prédios atualmente ocupados pelas fundações. O corte de custeio atingirá também gastos com telefonia fixa e celular.
Só com o corte de custeio nas secretarias da Casa Civil, Planejamento e Gestão Pública, o governo espera economizar em 2013 cerca de R$ 40 milhões.
No total, a economia que o governo paulista espera fazer neste ano é de R$ 130 milhões. Já em 2014, o valor economizado chegaria a R$ 220 milhões, totalizando os cerca de R$ 350 milhões até o final do mandato. Integrantes do governo dizem que esse é o primeiro corte de outros que Alckmin fará.

FONTE: ESTADÃO
 
 

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